hoje estou prefirindo silêncio a ouvir música. exigindo concentração pra ouvir o que vem de dentro. no meio do barranco com tantas tempestivas mudanças ainda há aquele maldito pontilhado inerte, como sempre, a todas as coisas. haja paciência a esses surtos efêmeros de saudade. saudade dolorida.
ás vezes desacredito da onde vem tanto poder, essa febre de onda púrpura.viver é grande porque eu sinto sua falta.