é mais uma daquelas crises histéricas que vem no fim do dia. com certeza seguido de um clarão tenebroso.
é galera, já aviso aos navegantes, não me POUPEM a morte perante a babaquice da superficialidade consentida e sentida.
me poupem experienciar viver pelas beradas. prefiro tapas na cara do que a geléia incólume a realidade.
me permiti estar no vão, estar no vazio. porque só vivendo cara a cara com o medo pra redescobrir as minhas estruturas, ser o que sou. e sendo.

as verdadeiras relações se constroem através do muito bater de frente e não pela ode a crise, mas pela força de ser livre.